complementos Ilustríssima 19

20/02/2022

Links para acompanhar a leitura do texto de hoje:

Alberto Mussa

A Origem da Espécie

Alberto Mussa e Luiz Antonio Simas

The Dawn of Everything

Intergalactic Memorial Carnival para David Graeber

carnaval 2021

CarnavalDoInvisível

complementos Ilustríssima 18

22/01/2022

Links para acompanhar a leitura do texto de hoje:

nossa história experimental

O Abismo da Prata

Apolo Torres

meu texto 2013 sobre Gian Correa: ver parágrafo final

Dino 7 Cordas

Bide

Shai Maestro

Anat Cohen: gravadora

Esmeraldino Salles

São Paulo no Balanço do Choro

canal do Gian Correa

complementos Ilustríssima 17

26/12/2021

Links para acompanhar a leitura do texto de hoje:

sobre “Free” de Airto Moreira

meu texto sobre a relação João Gilberto – Novos Baianos

experimentar o experimental de Hélio Oiticica

a citação de Claude Debussy foi tirada de sua entrevista para a Harper’s Weekly em 29 de agosto de 1908. Naquela época ele já adorava chocar jornalistas com declarações perfeitamente tuitáveis, de climas bem diferentes daqueles que aparecem em sua música tão, digamos assim, pacífica. Sua postura, ao falar, parecia bem belicosa, sempre – mesmo pré-vanguardas, ou talvez já anunciando posturas comuns em modernistas posteriores – tentando chocar as audiências conservadoras. Gostaria de ter citado a resposta completa, mas faltou espaço para isso na coluna, e me desviaria do foco central do texto. Como aqui há espaço abundante, lá vai minha tradução temerária: “Eu reconheço um grande mestre mas não sei por que ele deveria ser chamado de clássico, pois ele vive, ele respira e palpita ainda hoje: é Bach. Eu não diria entretanto a mesma coisa de Beethoven, que considero como homem de sua época e, com poucas exceções, suas obras deveriam lá ficar.” Incrível a implicância constante com Beethoven e Wagner, e com sinfonias em geral. Gosto especialmente desta outra declaração: “A música está em toda parte. Ela não está aprisionada em livros. Ela está nas florestas, nos rios, no ar.” (publicado na revista The American, talvez em novembro de 1908) Debussy também publicava artigos na imprensa, muitas vezes escrevendo como a fantasia de Monsieur Coche. Aproveito a oportunidade para citar trecho moderníssimo do artigo sobre o gosto, que apareceu na revista S.I.M em 15 de fevereiro de 1913: “A música javanesa observa um contraponto perto do qual aquele de Palestrina não passa de uma brincadeira de criança. E se escutamos, sem parti pris europeu, o charme de sua ‘percussão’, é obrigatório constatar que a nossa não é mais do que um barulho bárbaro de circo de feira.” – tá tudo aqui

São de Thiago Amud

Transflorestar de Iara Rennó

arte curativa de Josh Krigg

Fundo de Quintal maranhense

Igor Cavalera no Palais de Tokyo

Papangu

Juçara Marçal

sobre Juçara Marçal e Moor Mother

não vamos deixar

complementos Ilustríssima 16

26/11/2021

Links para acompanhar a leitura do texto de hoje:

programação Flip 2021

Nhe’éry, literatura e plantas

ecocrítica

a “virada vegetal”

Manifesto da Poesia Pau-Brasil

Canaã, de Graça Aranha

o ponto de vida de Emanuele Coccia

a pesquisa de Stefano Mancuso

viagens de Mario de Andrade

Elsie Houston

Couto de Magalhães

Koch-Grunberg

intelectuais indígenas

Carlos Papá

o baobá de Véronique Tadjo

a figueira de Elif Shafak

aldeias indígenas de Paraty

alguém cantando

Caetano Veloso – Os Passistas

complementos Ilustríssima 15

29/10/2021

Links para acompanhar a leitura do texto de hoje:

Philosophie Magazine

Alexandre Lacroix

Editorial de Alexandre Lacroix Junho 2020

Meu Coco de Caetano Veloso

Luto e Melancolia de Freud

Luto e Covid

Ciclo da Homenagem Flip/Sesc 2021

Maria de Lurdes Mura no Memorial Vagalumes


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